DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL
Nosso corpo é percorrido por um líquido incolor e transparente que contido nos vasos linfáticos tem a função de filtrar as impurezas do sangue. Essa grande rede capilar, vital, é com freqüência, deficiente em razão do nosso estilo de vida. Quando a circulação linfática diminui ou mesmo se interrompe, o material a ser descartado fica estagnado em algumas zonas do corpo, causando inchaços dolorosos, estresse, perda de vitalidade, distúrbios circulatórios e retenção de líquidos. Nestes e noutros casos a Drenagem Linfática Manual atua como descongestionante.
A Drenagem Linfática Manual possui quatro funções básicas, além de desintoxicar, contribuir para a eliminação de líquidos, ativar o sistema imunológico, também atua como analgésico. Melhora a circulação sanguínea, após cirurgias plásticas, alivia hematomas e inchaços. Auxilia no tratamento da celulite, cujo volume comprime não somente as terminações nervosas (fato que torna a celulite dolorosa à palpação), mas também a circulação local sanguínea e linfática, que se torna deficiente.
Para realizar a Drenagem Linfática, o profissional deve adaptar o tratamento a cada caso. É indispensável fazer circular a linfa por todo o corpo para lhe assegurar um melhor funcionamento. Mesmo que o paciente apresente um problema local, é necessário tratar a totalidade do corpo, de maneira progressiva, conforme o caso. Para isso se utiliza as palmas das mãos e pontas de dedos em toques bastante suaves, movimentando a linfa em direção aos gânglios. As toxinas são liberadas através dos rins.
A Drenagem Linfática Manual consegue ampliar e acelerar as reações próprias do organismo sem alterá-las. Pois os movimentos de massagem empregados seguem as contrações intrínsecas da musculatura dos vasos, que são precisos, graduados, suaves, fluidos e sutis.
Texto de Nilza M. Silva - Terapeuta Holística
Transformar Núcleo Terapêutico Holístico - (11) 5083-4482
COMBATE AO ENVELHECIMENTO DA PELE
Não tem jeito: desde que nascemos já começamos a envelhecer. As células e os órgãos vão se desgastando naturalmente e por mais que se descubram vitaminas, ácidos e fórmulas secretas, nada é capaz de brecar esse processo. Mas isso não é motivo para cruzarmos os braços. Indiferença ou exagero não ajuda em nada. Ao contrário: a falta de cuidados com a pele pode fazer você apresentar mais idade do que tem. Entenda o que acontece no organismo em cada etapa da vida e adote as medidas certas para minimizar os efeitos do tempo, como explica a dermatologista Luciana Conrado, de São Paulo.
20 anos - até essa idade a pele ainda brilha, a textura é macia, tem maior capacidade de reter água, melhor irrigação sangüínea e oxigenação. As fibras de colágeno e elastina, que sustentam a pele, são produzidas com muita rapidez.
O que fazer - use filtro solar adequado para o seu tipo de pele. Lembre-se: os efeitos do sol são cumulativos. Quem não se protegeu nesses 20 primeiros anos já pode apresentar algumas marcas de envelhecimento, como rugas superficiais nas pálpebras, manchas e pintas. Manter a pele limpa e hidratada é importante. Quanto mais ressecada, menos elasticidade ela terá e mais cedo os sinais de envelhecimento aparecerão.
25 aos 35 anos - a reposição de elastina e do colágeno é menor, por isso a pele tende a ficar mais flácida. Nessa fase, quem não se protegeu do sol ou continua não se protegendo, já pode apresentar linhas finas de expressão, no contorno dos lábios, na testa e entre as sobrancelhas. Por volta dos 35 anos, a pele tende a ficar um pouco mais flácida e há uma ligeira perda da firmeza do pescoço.
O que fazer - a partir dos 25 anos é permitido o uso de substâncias mais agressivas, como o ácido glicólico e as vitaminas antioxidantes, que ajudam a retardar o envelhecimento. Limpeza, tonificação, hidratação e nutrição precisam ser feitos religiosamente pela manhã e à noite. E os produtos devem ser adequados ao seu tipo de pele. Também já é hora de adotar um creme específico para a região ao redor dos olhos, evitando os famosos pés-de-galinha. Mais perto dos 30 anos, é possível fazer alguns peelings em consultórios para a retirada de manchas e rugas superficiais. O uso de cremes à base de ácido retinóico pode ser periódico, para atenuar as linhas finas e aumentar a produção de colágeno e elastina. Não esqueça do filtro solar, que deve ser usado todos os dias (não só quando você vai para a praia).
Mais de 35 anos - a gordura subcutânea passa a ser reabsorvida pelo organismo, deixando a pele cada vez menos elástica e brilhante. Rugas de expressão no contorno dos olhos e dos lábios podem ser evidentes. Depois dos 45 anos, a textura da pele fica mais flácida e espessa e, após os 55, pode ocorrer flacidez nas maçãs do rosto. E quanto mais o tempo passa, mais grossa e enrugada fica a pele.
O que fazer - para prevenir as rugas futuras o seu dermatologista pode recomendar cremes com vitaminas antioxidantes, ácidos ou hormônios. Se o objetivo é apagar as marcas que já ganhou, você tem inúmeros tratamentos estéticos à sua disposição: peelings, esfoliações mais profundas, botox e técnicas de preenchimento cutâneo, por exemplo. Também é possível recorrer à cirurgia plástica. Mas não tome nenhuma decisão precipitada. Afinal, você pode se sentir bonita e atraente com a idade que tem.
Cinco fatores que aceleram o envelhecimento
Sol - É o principal fator de envelhecimento da pele. Os raios ultravioletas atingem suas camadas mais profundas, desorganizando as células, que, a partir dessa agressão, formam o colágeno e elastina (proteínas que dão sustentação à pele) de má qualidade. Rugas e flacidez são os resultados.
Stress - Ele envelhece todas as células do corpo. Quando o estado de stress é crônico, o sistema imunológico, responsável pelas defesas do corpo, sofre uma queda e nos deixa vulnerável a várias doenças.
Cigarro - além de fazer mal ao pulmão e ao coração, o tabaco provoca o envelhecimento precoce da pele: faz com que as veias se contraiam, sejam menos oxigenadas e os nutrientes mal cheguem à sua superfície. Ela fica flácida, perde a elasticidade e o brilho.
Vida sedentária - o futuro pode ser cruel para quem não se mexe. Perda de tônus muscular, agilidade, flexibilidade e força; acúmulo de gordura no corpo; reflexos ruins; menos disposição; risco de doenças, como a osteoporose; falta de oxigenação; coração e pulmão mais fracos são alguns dos resultados.
Radicais livres - essas moléculas de oxigênio são altamente agressivas: atacam e oxidam as células do corpo, provocando doenças como reumatismo e câncer. Os radicais livres se formam naturalmente no organismo, mas o cigarro, a poluição, os raios solares e a alimentação desequilibrada favorecem seu aumento.
Fonte: Eliane Contreras
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