BANHOS DE ERVAS
Você chega em casa após um dia de trabalho estafante. Se não se cuidar bem, o cansaço, somado à poluição, pode lhe trazer sérias conseqüências.
Reserve-se o direito de relaxar e de cuidar de si mesma. Dê-se de presente banhos relaxantes, revigorantes, grandes auxiliares nos cuidados da sua beleza.
Banhos de erva são um grande aliado, mas que sejam de pelo menos uma hora, para que você aproveite ao máximo seus efeitos benéficos.
As ervas são encontradas em farmácias ou em casas de produtos naturais. Faça uma infusão com 3 colheres (sopa) da erva escolhida em 2 copos de água. Coe e acrescente a infusão à água do banho.
Camomila - Os resultados desse banho você nota imediatamente, pois ele dá profunda sensação de repouso e faz uma limpeza completa em sua pele. Para aproveitá-lo ainda mais, umedeça dois chumaços de algodão na água do banho e coloque-os sobre os olhos; eles ficarão claros e brilhantes.
Hortelã - Perfeita para tonificar os músculos e renovar as energias. Além disso, a hortelã contribui para amaciar a pele e tem um excelente efeito desodorizante.
Orégano - Você conhece mais como tempero, mas ele também é ótimo para banhos. Indicado para aliviar dores musculares e reumáticas.
Alfazema - O banho de alfazema tem uma grande vantagem, pois você já sai dele suavemente perfumada. Para hidratar o corpo, pingue na água do banho 5 ou 6 gotas de óleo de amêndoa doce.
Sálvia - Erva de efeito antiinflamatório, que ajuda a combater cravos e espinhas. O banho de sálvia é recomendado especialmente para quem tem pele oleosa.
Flor de Laranjeira - O banho com esta erva dá uma gostosa sensação de frescor e descanso. A flor de laranjeira é também adstringente e fecha os poros excessivamente dilatados.
Melissa - Também conhecida como erva-cidreira, proporciona um banho repousante e perfumado. Tomado antes de dormir, garante um sono tranqüilo.
Fonte: Guia do buscador
ASMA
Proteger o organismo das agressões internas e externas é função do Sistema Imunológico. Quando um agente agressor invade o corpo humano, sensibiliza as células de defesa que interagem para conter a invasão, seja este agente uma bactéria, virus, fungos... Estes invasores desestabilizam o metabolismo orgânico deflagrando a reação de defesa. O processo em discussão pode ocorrer com grande intensidade favorecendo assim, os fenômenos de hipersensibilidade.
A asma brônquica, doença respiratória freqüente na população infantil, pode ser explicada, em parte, por este mecanismo de hipersensibilidade dos brônquios. Recentemente, os estudos apontam para a relevância do processo inflamatório no desenvolvimento e cronicidade desta enfermidade. Destacamos, ainda, a existência da predisposição geneticamente herdada dos pais para os filhos, favorecendo o aparecimento das doenças alérgicas ou de hipersensibilidade, justificando-se desde cedo adotar medidas de ordem profilática para essas crianças. Quando ambos os pais são alérgicos aproximadamente 60% dos filhos apresentam sintomas de alergia. Isto é: tendência não significa certeza de contrair doenças alérgicas. Por conseguinte, pode-se dizer que a asma é reconhecida pelos sintomas oriundos da hipersensibilidade, processo inflamatório da árvore brônquica e conseqüente obstrução ao fluxo aéreo. Dificuldade respiratória, hipersecreção brônquica e diminuição da qualidade de vida são reconhecidos sintomas da asma. Nos casos mais graves, extremidades arroxeadas, insuficiência respiratória aguda e complicações de natureza infecciosa podem levar o paciente ao óbito. Por tratar-se de uma patologia crônica, requer acompanhamento médico periódico, tratamento individualizado com broncodilatadores, antiinflamatórios, vacinas e medidas gerais. Sabemos hoje que a profilaxia é a grande arma no controle e prevenção das crises de asma. As infecções respiratórias por vírus, poluição atmosférica, poeira domiciliar, os ácaros, mofos, odores fortes e determinados medicamentos como a aspirina, podem provocar e exacerbar os sintomas alérgicos. A poeira doméstica é considerada um dos mais importantes agentes provocadores de alergia no aparelho respiratório. Sua composição é uma mistura de bactérias, lã, fungos, caspa e pele humana, saliva e pêlo animal, ácaros e suas fezes. Justifica-se, por isso, a limpeza e controle ambiental nos locais onde o paciente alérgico vive. Conseqüentemente, reconhecer estes gatilhos de deflagração da asma e evitá-los, são de extrema importância para os portadores de bronquite asmática e outras doenças como rinite alérgica.
Texto de: Dr. Marco Aurélio Paiva - © direitos reservados ao autor
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